Estranho é minha própria alma vagar pela casa e encontrar com o meu pensamento, pensando em outra pessoa diferente da qual sempre pensei. A alma nunca entende nada, o pensamento sempre se confunde, mas o coração, que às vezes passeia pelo peito do meu corpo, sabe bem. Sabe que não é intenso, não é forte, mas que tem algum desejo além de desejo ali dentro. E seguem vagando pela casa, encontrando meu corpo jogado em qualquer canto, perdido por aí.
Metaforicamente falando, sou estatua de açúcar em chuva de verão. Desfaço-me em um nada, como vento, como água. Protege-me amor. Pois apesar de todas as amarguras, sou doce.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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