Metaforicamente falando, sou estatua de açúcar em chuva de verão. Desfaço-me em um nada, como vento, como água. Protege-me amor. Pois apesar de todas as amarguras, sou doce.
sábado, 26 de novembro de 2011
Costumava dormir com as janelas abertas para que o vento e as estrelas lhe pudessem fazer companhia. Gostava de conversar com a lua antes de se deitar; falavam sempre dos mesmos assuntos: Amores, dores, flores, sorrisos e abraços. Mas havia um problema, pois a noite não durava pra sempre, o dia sempre amanhecia. Com a luz do dia vinham as mágoas, vinham as preocupações. Preferia a noite. E esse era o seu maior erro, viver sonhando, viver esperando que as coisas fossem do seu jeito. Vivia esperando, se cansava, mas não desistia.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
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