Metaforicamente falando, sou estatua de açúcar em chuva de verão. Desfaço-me em um nada, como vento, como água. Protege-me amor. Pois apesar de todas as amarguras, sou doce.
domingo, 20 de novembro de 2011
Floriu um jardim inteiro em meu peito após o selar do amor num beijo teu. O chá adoçou sem nem precisar das três colheres de açucar, o tempo voou. Assim como eu, nos braços teus.
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