Metaforicamente falando, sou estatua de açúcar em chuva de verão. Desfaço-me em um nada, como vento, como água. Protege-me amor. Pois apesar de todas as amarguras, sou doce.
sábado, 3 de setembro de 2011
São as borboletas que vão me envolvendo no envolvimento de quem já está envolvido, nessa envolvimentação.
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