Metaforicamente falando, sou estatua de açúcar em chuva de verão. Desfaço-me em um nada, como vento, como água. Protege-me amor. Pois apesar de todas as amarguras, sou doce.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
A luz estava apagada, lá fora só o barulho da noite e alguns pontos de luz formados pelas estrelas. Já era tarde e deitada na cama os pensamentos me invadiam de uma tal forma que eu não conseguia controlar. Eram promessas, erros, decepções, sonhos e ilusões voltando do passado com o objetivo de mais uma vez destruir o pouco de felicidade que ainda me restava. E toda aquela dor ? O que fazer com ela ? Foi ai que eu fechei os olhos, tampei os ouvidos, me calei e me obriguei a entender que era preciso se livrar do que me fazia mal naquele instante, antes que elas se livrassem de mim.
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