Metaforicamente falando, sou estatua de açúcar em chuva de verão. Desfaço-me em um nada, como vento, como água. Protege-me amor. Pois apesar de todas as amarguras, sou doce.
sábado, 27 de agosto de 2011
Para a virtude da discrição, ou de modo geral qualquer virtude, aparecer em seu fulgor, é necessário que faltemos à sua prática.
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